4ª feira à noite, febre.
5ª a febre continua e chega mesmo aos 40 graus. Beu-nu-ron e 3 horas depois 40 graus novamente.
Hospital, mais beu-nu-ron, só fralda e sala de arrefecimento.
Finalmente a febre dá tréguas, a médica examina-lo e diz que é uma virose...
Na sexta ainda teve febre, mas mais baixa. Comer nada, tal como no dia anterior.
No sábado já não há febre, mas comer nada, nada, nada e cocó também nada desde 4ª.
Domingo lá estamos outra vez no hospital. Clister e soro, lá veio o cocó. Aparentemente têm muitos gazes na barriga e como não fazia cocó não conseguia comer. Chegado a casa lá consegui que bebesse um biberão de leite.
Segunda acorda e diz "doi-me a boca", olhamos com atenção e o rapaz está cheio de aftas na boca os vulgos "sapinhos"....Não comia por causa disso..
Já anda com medicação para tal, mas já me disseram q vai demorar umas 2/3 semanas a passar, e eu até lá vou desesperar... porque tadinho dele que por vezes têm ataques de choro onde se percebe perfeitamente que está com dores. Nem a chucha ele aguenta.
E eu choro por dentro, cheia de pena dele e peço baixinho que aquilo o deixe a ele e que venha para mim. Que eu aguento muito melhor que ele...
Mas as coisas não são assim...
terça-feira, maio 31, 2011
sexta-feira, maio 27, 2011
Da série "aqui em casa é tudo à grande"

até as melgas...
[uma inundação à grande, um processo de apuramento de responsabilidades à grande e por aí fora....]
quarta-feira, maio 25, 2011
terça-feira, maio 24, 2011
sexta-feira, maio 20, 2011
Na fase louca por sapatos [altos], mas sem pernas para os aguentar

Ratòn

Ratòn
(destes já cá cantam uns cor-de-rosa)

Zillian

Zillian
aí o que eu invejo aquelas "gajas" que conseguem andar um dia i-n-t-e-i-r-i-n-h-o de saltos altos sem ficarem com uma única mazela... e o que eu invejo quem saiba andar sobre os saltos altos... queria tanto andar como elas, super elegantes, até parece que vão descalças.
No fds comprei uns sapatos [altos] lindos de morrer. Na segunda lá vim eu toda vaidosa com eles calçados. Andar em calçada com sapatos altos não é fácil.Só da estação de metro até ao escritório deve ter entortado as pernas uma duzia de vezes, uma verdadeira comédia para quem visse, parecia que precisava de uma bengala.
Ao fim do dia, tinha os pés feitos num oito e só pensava nas minhas queridas sabrinhas. Mas não pode ser, gaja que é gaja tem de saber andar de saltos! Então hoje lá calçei uns sapatos de salto alto, mas de cunha, é mais fácil de aprender a andar!
quarta-feira, maio 18, 2011
18 de maio
hoje era dia de te telefonar e dizer-te:
"parabéns"
e tu respondias
"Parabéns???... tu não me digas que faço anos hoje" rias, daquela forma que sempre me recordo de ti (sim, eu recordo-me de ti a rir, aquele riso tão típico teu) e continuavas "nem me lembrava"
Tu nunca te lembravas do teu aniversário.
Este é o teu primeiro aniversário longe da "vista", mas tão perto do meu coração.
Parabéns avó (onde quer que estejas), um beijo daqui até aí!
"parabéns"
e tu respondias
"Parabéns???... tu não me digas que faço anos hoje" rias, daquela forma que sempre me recordo de ti (sim, eu recordo-me de ti a rir, aquele riso tão típico teu) e continuavas "nem me lembrava"
Tu nunca te lembravas do teu aniversário.
Este é o teu primeiro aniversário longe da "vista", mas tão perto do meu coração.
Parabéns avó (onde quer que estejas), um beijo daqui até aí!
quinta-feira, maio 12, 2011
Desde
mais ou menos os 6 meses de idade, que antes de ir dormir, lê-mos uma história ao D.
Agora, antes de ir dormir, já ele que vai ao móvel do livros escolhe o livro que quer.
Ontem, ele foi buscar o livro, sentou-se no chão, começou a desfolhar o livro e:
"era uma vez o tÊ porquinho.."
Olhei para ele e fiquei parva... ele corre para o colo do pai com o livro. O pai começa a ler:
..."o do meio estava a construir a casa dele enquanto"
"o mais novo estava a troçar" termina o D.
"... a casa do mais novo era feita de " continua o pai
"palha" termina o D.
e por aí adiante... O rapaz sabe de cor o livro todo...
E eu parva!
E chegamos ao quarto, escolhemos outra história, e a cena repetiu-se...
Agora, antes de ir dormir, já ele que vai ao móvel do livros escolhe o livro que quer.
Ontem, ele foi buscar o livro, sentou-se no chão, começou a desfolhar o livro e:
"era uma vez o tÊ porquinho.."
Olhei para ele e fiquei parva... ele corre para o colo do pai com o livro. O pai começa a ler:
..."o do meio estava a construir a casa dele enquanto"
"o mais novo estava a troçar" termina o D.
"... a casa do mais novo era feita de " continua o pai
"palha" termina o D.
e por aí adiante... O rapaz sabe de cor o livro todo...
E eu parva!
E chegamos ao quarto, escolhemos outra história, e a cena repetiu-se...
segunda-feira, maio 09, 2011
quarta-feira, maio 04, 2011
Aparece-me de tudo lá por casa!
O D. a contar à minha mãe que estava um lagarto no jardim, termina com um
"ui que nojo"
e meteu toda a gente a rir.
sexta-feira, abril 29, 2011
A
minha amiga C. está grávida.
No fds grande ela esteve já em casa e eu expliquei ao D. que a C. tinha um bebé na barriga.
O rapaz estava encantado com a barriga dela. Ficou muito tempo a observa-la e apontava para ela e dizia "bebé". (ainda me perguntou se o bebé estava no "bigo"=umbigo)
Como a C. ainda está de poucas semanas, nós não comentamos nada com ninguém.
No dia seguinte, o pai vai busca-lo a casa dos meus pais. Pergunta o meu pai:
- Olha lá, a C. está grávida?
- glup... ahhh, então, mas quem lhe disse isso?
- O D., passou o dia a dizer que a C. têm um bebé na barriga.
E pronto, agora não se pode dizer nada em frente ao rapaz que ele conta tudo!
[Já agora, a minha amiga C, acabou de fazer a eco do 1º trimestre, está tudo optimo e vêm aí um rapazola... parabéns meus queridos, estou tão feliz por vocês....]
No fds grande ela esteve já em casa e eu expliquei ao D. que a C. tinha um bebé na barriga.
O rapaz estava encantado com a barriga dela. Ficou muito tempo a observa-la e apontava para ela e dizia "bebé". (ainda me perguntou se o bebé estava no "bigo"=umbigo)
Como a C. ainda está de poucas semanas, nós não comentamos nada com ninguém.
No dia seguinte, o pai vai busca-lo a casa dos meus pais. Pergunta o meu pai:
- Olha lá, a C. está grávida?
- glup... ahhh, então, mas quem lhe disse isso?
- O D., passou o dia a dizer que a C. têm um bebé na barriga.
E pronto, agora não se pode dizer nada em frente ao rapaz que ele conta tudo!
[Já agora, a minha amiga C, acabou de fazer a eco do 1º trimestre, está tudo optimo e vêm aí um rapazola... parabéns meus queridos, estou tão feliz por vocês....]
quinta-feira, abril 21, 2011
quarta-feira, abril 20, 2011
Se
não fosse a inundação em minha casa e o meu (in)seguro tentar fugir às responsabilidades, hoje estaria a fazer as malas para voar até NY.
snif snif
snif snif
terça-feira, abril 19, 2011
quinta-feira, abril 14, 2011
Ontem
ao sair para um jantar de meninas, o meu filho vira-se para o pai e diz:
- A mamã está muito bonita....
[ai tanta baba...]
- A mamã está muito bonita....
[ai tanta baba...]
quarta-feira, abril 13, 2011
Quando
o responsável pela inundação em minha casa se responsabilizar e as obras começarem, eu também vou começar a fazer almofadas como esta.

tutorial e imagem daqui
(OU quando o meu seguro me segurar os danos provados pela inundação... Nota mental: NUNCA CONFIAR NOS SEGUROS)

tutorial e imagem daqui
(OU quando o meu seguro me segurar os danos provados pela inundação... Nota mental: NUNCA CONFIAR NOS SEGUROS)
Ao
chegar a casa, à espera que o portão se abra, dou de caras com as cadelas a brincar com "alguma coisa" completamente histéricas. Era mais a mais nova, porque a mais velha quer mais papas e descanso...
A brincadeira era tal que a mais nova ia saído portão fora... e eu aflita, com a estrada nacional mesmo ali. Lá a chamo e ela histérica porque cheguei a casa, esquece-se da coisa que estava a perseguir e eu respiro de alivio quando vejo o portão fechado.
Eu já histérica também a pensar que a estavam a perseguir uma cobra ou um lagarto ou algum rato... enfim. A histeria da minha chegada passou-lhes e lá voltam à carga atrás daquela coisa... e cheiram e cheiram e o faro leva-as até ao portão e daí para a frente não podem elas passar... e eu já cheia de comichão a pensar naqueles lagartos verdes ou naquelas cobras esguias...vou a medo até ao portão, tentar descobrir que raio de bicho anda por ali. Deixo a porta do carro aberta, caso tivesse que fugir dali a 7 pés, de carro sempre ia mais rápido...
Quando chego ao portão e olho para o lado de fora, descobro um pobre pombo branco, ferido e com uma assa magoada.
Bom... não podia deixar o bicho ali. Estava ferido e à beira da estrada não se ia safar.
Apanha-lo foi uma verdadeira comédia para quem estava a ver... eu de rabo para a estrada a tentar apanhar um pombo que estava a morrer de medo de mim... e eu a falar com ele, para não se assustar, como se ele me entendesse...Da estrada ouvia os apitos dos carros, claro, eu de rabo virado para a estrada, quase a mostrar as cuecas, não era para menos... Finalmente apanhei o pombo, meti-o no carro e lá seguimos para casa.
Já na garagem as cadelas descobriram o pombo no carro e eu a ralhar com elas, e o pombo a fugir de mim e delas e eu sem o conseguir apanhar... Deus! mas que filme...
Já o apanhei e levei-o para dentro de casa.
Em casa, começo a pensar que não percebo nada de pombos.... PANICO... e agora??? como é que lhe curo a asa? e comida? água era fácil... Ligo ao meu pai, quem vêm ter comigo ver o pombo. Pelo telefone ainda me diz, então se está ferido, vai para a panela. CREDO!!! pai não, para a panela não...
O meu pai lá chega, examinamo-lo, desinfectamos a ferida e metemo-lo no pátio da cozinha que é fechado. Comida e água e agora é ver se ele se safa.
Chega o marido e o filho!
O Marido quer meter o bicho a monte, que ali não se safa.
Mas a monte, vai morrer porque está ferido e algum bicho o vai apanhar.
Lá convenci o Marido a deixar ficar o bicho, até que me lembro que dali a nada, a rega dispara e o pombo vai ficar todo molhado.
PANICO... coitado do bicho, vai apanhar um susto de morte, ainda morre do coração!
Dar o jantar à pressa ao filho, antes que a rega dispare para poder mudar o pombo de sitio...
Mais um filme para apanhar o pombo no pátio da cozinha...O filho já dizia para deixar estar o pombo onde estava. (o rapaz fica aflitíssimo sempre que vê um animal aflito)
Finalmente apanho o pombo, mudo-o de pátio. Vai para o pátio do escritório que não têm relva, nem rega automática.
Duas taças, uma com água outra com comida, e ainda lhe fizemos um pequeno abrigo. Uma casinha, como dizia o D.
Passei a noite a sonhar com o Pombo e cheia de medo que, quando acordasse esta manha, desse com ele morto. Mas não! Ele lá estava, quietinho é certo, mas "vivinho-da-silva"... Hoje tenho de ir arranjar milho, porque ontem o que se arranjou para comida foi pão esmigalhado.
Espero que o rapaz esteja a recuperar...
A brincadeira era tal que a mais nova ia saído portão fora... e eu aflita, com a estrada nacional mesmo ali. Lá a chamo e ela histérica porque cheguei a casa, esquece-se da coisa que estava a perseguir e eu respiro de alivio quando vejo o portão fechado.
Eu já histérica também a pensar que a estavam a perseguir uma cobra ou um lagarto ou algum rato... enfim. A histeria da minha chegada passou-lhes e lá voltam à carga atrás daquela coisa... e cheiram e cheiram e o faro leva-as até ao portão e daí para a frente não podem elas passar... e eu já cheia de comichão a pensar naqueles lagartos verdes ou naquelas cobras esguias...vou a medo até ao portão, tentar descobrir que raio de bicho anda por ali. Deixo a porta do carro aberta, caso tivesse que fugir dali a 7 pés, de carro sempre ia mais rápido...
Quando chego ao portão e olho para o lado de fora, descobro um pobre pombo branco, ferido e com uma assa magoada.
Bom... não podia deixar o bicho ali. Estava ferido e à beira da estrada não se ia safar.
Apanha-lo foi uma verdadeira comédia para quem estava a ver... eu de rabo para a estrada a tentar apanhar um pombo que estava a morrer de medo de mim... e eu a falar com ele, para não se assustar, como se ele me entendesse...Da estrada ouvia os apitos dos carros, claro, eu de rabo virado para a estrada, quase a mostrar as cuecas, não era para menos... Finalmente apanhei o pombo, meti-o no carro e lá seguimos para casa.
Já na garagem as cadelas descobriram o pombo no carro e eu a ralhar com elas, e o pombo a fugir de mim e delas e eu sem o conseguir apanhar... Deus! mas que filme...
Já o apanhei e levei-o para dentro de casa.
Em casa, começo a pensar que não percebo nada de pombos.... PANICO... e agora??? como é que lhe curo a asa? e comida? água era fácil... Ligo ao meu pai, quem vêm ter comigo ver o pombo. Pelo telefone ainda me diz, então se está ferido, vai para a panela. CREDO!!! pai não, para a panela não...
O meu pai lá chega, examinamo-lo, desinfectamos a ferida e metemo-lo no pátio da cozinha que é fechado. Comida e água e agora é ver se ele se safa.
Chega o marido e o filho!
O Marido quer meter o bicho a monte, que ali não se safa.
Mas a monte, vai morrer porque está ferido e algum bicho o vai apanhar.
Lá convenci o Marido a deixar ficar o bicho, até que me lembro que dali a nada, a rega dispara e o pombo vai ficar todo molhado.
PANICO... coitado do bicho, vai apanhar um susto de morte, ainda morre do coração!
Dar o jantar à pressa ao filho, antes que a rega dispare para poder mudar o pombo de sitio...
Mais um filme para apanhar o pombo no pátio da cozinha...O filho já dizia para deixar estar o pombo onde estava. (o rapaz fica aflitíssimo sempre que vê um animal aflito)
Finalmente apanho o pombo, mudo-o de pátio. Vai para o pátio do escritório que não têm relva, nem rega automática.
Duas taças, uma com água outra com comida, e ainda lhe fizemos um pequeno abrigo. Uma casinha, como dizia o D.
Passei a noite a sonhar com o Pombo e cheia de medo que, quando acordasse esta manha, desse com ele morto. Mas não! Ele lá estava, quietinho é certo, mas "vivinho-da-silva"... Hoje tenho de ir arranjar milho, porque ontem o que se arranjou para comida foi pão esmigalhado.
Espero que o rapaz esteja a recuperar...
Dei-lhe
um brinquedo que estava guardado desde o natal de 2009. Na altura não era para a idade dele.
De caixa na mão pede-me ajuda para abrir.
À medida que o ajudo a retirar o brinquedo da caixa diz ele:
- Que bonito
(ó pá!....)
De caixa na mão pede-me ajuda para abrir.
À medida que o ajudo a retirar o brinquedo da caixa diz ele:
- Que bonito
(ó pá!....)
terça-feira, abril 12, 2011
Evoluções
Já sabe algumas cores, o preto, o branco, o amarelo, o verde e o vermelho.
Ontem acordou e o tractor estava por detrás do cortinado do quarto dele, diz ele:
- olha o tractor ali escondido...
Escondido, mas quem é que lhe ensinou estas coisas?
Depois já sabe aplicar a palavra também, que me deixa parva.
"Olha a F.(cadela mais pequena) e a F, a cadela maior, também", "este é grande e este também", aquele é preto e o outro também"
Da primeira vez, pensei que fosse pura coincidência, mas não é!
Olho para ele e tenho medo que isto esteja a acontecer depressa demais. Como é que eles crescem tão rápido e falam assim desta forma que até assustam? Ainda "ontem" andava ao colo, os únicos sons saídos da boca dele eram os de rir ou chorar, dependia de mim para tudo, até para comer. Agora olho para ele e vejo um rapazinho. Como é que eles crescem tão depressa?
Ontem acordou e o tractor estava por detrás do cortinado do quarto dele, diz ele:
- olha o tractor ali escondido...
Escondido, mas quem é que lhe ensinou estas coisas?
Depois já sabe aplicar a palavra também, que me deixa parva.
"Olha a F.(cadela mais pequena) e a F, a cadela maior, também", "este é grande e este também", aquele é preto e o outro também"
Da primeira vez, pensei que fosse pura coincidência, mas não é!
Olho para ele e tenho medo que isto esteja a acontecer depressa demais. Como é que eles crescem tão rápido e falam assim desta forma que até assustam? Ainda "ontem" andava ao colo, os únicos sons saídos da boca dele eram os de rir ou chorar, dependia de mim para tudo, até para comer. Agora olho para ele e vejo um rapazinho. Como é que eles crescem tão depressa?
Estavamos
no jardim da sala a tomar café.
Eu estava sentada com a F.(a cadela maior) deitada em cima de mim. A F. mais pequena a comer uns ossos que sobraram do almoço. O D. a correr na relva sempre em direcção ao lago e o pai a controlar a entrada iminente do D. no lago.
Depois de muita correria, o Pai diz-lhe:
- Já chega D., olha que levas tau-tau.
responde ele:
- tau-tau-tau, vira vira vira, tau-tau-tau vira o bacalhau"
(musica que a avó paterna o ensinou a cantar...)
Claro que desatamos a rir...
Eu estava sentada com a F.(a cadela maior) deitada em cima de mim. A F. mais pequena a comer uns ossos que sobraram do almoço. O D. a correr na relva sempre em direcção ao lago e o pai a controlar a entrada iminente do D. no lago.
Depois de muita correria, o Pai diz-lhe:
- Já chega D., olha que levas tau-tau.
responde ele:
- tau-tau-tau, vira vira vira, tau-tau-tau vira o bacalhau"
(musica que a avó paterna o ensinou a cantar...)
Claro que desatamos a rir...
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