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quinta-feira, abril 12, 2012

Mais um inquilino


Directamente da boca de uma das minhas cadelas para um caixote na cozinha...

terça-feira, dezembro 13, 2011

Estou (ainda) de repouso por causa da amniocentese

acordo, tarde e a más horas e estranho não ver as minhas cadelas assim que os estores dão sinal de abrir, normalmente é o que basta para as ver correr disparadas para os quartos.
Uma hora depois chega a minha mãe com o almoço e diz que o portão da rua estava meio aberto e que não via as cadelas em lado nenhum...
(com a casa em obras, tenho sempre homens a entrar e sair, mas todos têm indicação para ter especial atenção ás cadelas... pois parece que hoje não tiveram)
E eu deitada sem poder pegar no carro para ir à procura delas, a minha mãe com o D. e a minha avó tb não podia, o meu pai em reunião e os homens que as deixaram sair nada preocupados com o assunto...
eu um pilha de nervos e só via o momento em que alguém me vinha dizer que elas tinham sido atropeladas...
Já estavam escuro quando me pareceu ouvir uma delas ladrar... e era mesmo... chegaram a casa sãs e salvas... (e eu aliviada)

Ainda não tive oportunidade de lhes ralhar nem abraçar...

terça-feira, março 29, 2011

Não é só o meu filho que faz avarias

este domingo saímos de manha e só chegamos à noite. As cadelas ficaram a "guardar" a casa...
À noite, a chegar à garagem de carro, deparámo-nos com um "rio" de água pelo caminho abaixo. O H. ainda diz que é da chuva, que deve ter chovido imenso para os nossos lados... mas eu achei aquilo estranho, porque era só no caminho.
A cadela (a mais nova) estava dentro da casota com um ar muito assustado... a outra (a mais velha) nem vê-la... saí do carro e vejo uma das torneiras da rua aberta no máximo...(não sei bem como, mas elas conseguiram abri-la, resta-nos saber é há quanto tempo estava aberta)

[nós e água. CREDO]

segunda-feira, dezembro 13, 2010

sábado de manhã rumo com as cadelas para o veterinário para vacinas e Chip. Finalmente o Chip! Agora se por acaso se perdessem, era só ver e chip e pronto, elas seriam-nos entregues.
Em casa, estava o srº que nos vendeu a lareira a resolver um pequeno problema que nos apareceu. Problema resolvido, abrimos o portão da rua e o srº vai embora. Ficamos na garagem com as cadelas a brincar e fomos só fechar as janelas para ir buscar o D. que estava com os avós paternos.
Chegados à garagem, olho para a rua e lá ao fundo vejo o portão da rua A-B-E-R-T-O.
Começo a chamar pelas cadelas e nada... elas que nunca saem dali, nem sequer respondiam... P-A-N-I-C-O!
Corro para o portão, estrada nacional com uma boa recta para acelarar e só procuro a berma da estrada a ver se encontro algum cão caído, atropelado. Mas nada... nem cão, nem cadelas, nem cachoras, nada!
Logo no dia do Chip que ainda por cima como era sabado, só na 2ªfeira é que os papeis seguiam pelo CORREIO e só lá para 4ª é que chegariam ao destino e só aí é que os dados seriam introduzidos no sistema. Portanto, se alguém as encontrasse e fosse ver se tinham chip, tinham chip sim-senhor, mas não estava associado a ninguem.
Metemo-nos no carro e corremos aldeias, casais, casalinhos, terrenos... Gritei tanto pelo nome delas e nada! Perguntavamos a quem se cruzava no nosso caminho, a maior parte conhecia-as (qd passo por lá faço-lhes sempre uma festinha, elas são tão meigas... gosto muito delas), mas ninguém as tinha visto... Eu tinha medo dos atropelamentos... e dos raptos dos animais para o treino de cães de luta.... o H. dizia q a Flora tinho voltado para a casa que a abandonou ou de onde ela fugiu... e nós os dois a conter-nos para não chorar...
Passadas 2 horas e sem lhes ver o rasto, desistimos e fomos buscar o D. que estava à nossa espera há muito.
O portão ficou aberto, caso elas voltassem e avisei o meu pai, para se pudesse ir lá só espreitar...
Fizemos a viagem até casa dos meus sogros, calados, cada um com o seu pensamento... eu só as via atropeladas... e mesmo a chegar, o meu telefone toca, era o meu pai e eu fiquei cheia de medo de más notícias...
- Tou
- M., é só para dizer que as "meninas" já chegaram a casa
A-L-I-V-I-O!
- A mais pequena ainda levou um "beijinho" de um carro mas está bem.
E pronto! Voltamos a respirar naquele carro!
E eu que enquanto as procurava só pensava no quanto ia ralhar com elas por terem fugido, quando as vi, só me apetecia abraça-las e tudo e tudo. (No fundo a culpa foi nossa, que deixamos o portão aberto)

Foi um grande susto.