foi dia da senhora da limpeza ir lá. (apesar de a minha casa parecer uma barraca, pois com a inundação não tenho uma tábua no chão, não tenho uma porta que feche, consigo ver o tijolo... enfim... são 150 e tal metros quadrados em cimento... e aos altos e baixos... resta-nos os WC, cozinha e Hall onde temos chão de pedra)
Quando a I. vai lá fazer a limpeza semanal, sai (e entra) sempre pela porta principal, a porta do Hall, no piso de baixo. A cancela das escadas com acesso ao Hall está sempre trancada, mas quando ela lá vai, como ao descer não a consegue fechar, deixa-a aberta.
Nós entramos sempre pela porta que dá acesso à garagem, no piso de cima.
Ontem não foi excepção... entramos, e fomos logo tratar dos banhos.
Acabado o banho e pronto para sair do wc, disse-lhe:
"... agora podes ir brincar com o papá"
E ele saíu do WC e lá foi à vidinha dele.
Eu acabei de me despachar e fui para a cozinha preparar o jantar dele, quando ouço o pai chamar por ele...e ele nada...
Pergunta-me o pai se eu o estou a ver. Olho para a sala e ele não está no sofá, no escritório também não, no quarto de brincar nem sinal... o pai encaminha.se para o quarto dele, quanto os meus olhos batem nas escadas com a cancela aberta. O meu coração dispara.
Saio da cozinha em direcção ao corredor que fica de frente para as escadas e vejo-o...
A MEIO DAS ESCADAS
(só me apetecia correr na direcção dele e gritar-lhe para não se mexer...)
muito calmamente, dirijo-me a ele e digo-lhe baixinho,
"vá filho dá a mão à mãe"
do outro lado ouço o pai "ele não está aqui, estás a vê-lo"
e eu cada vez mais perto dele e com o coração a querer sair-me pela boca, mas sem falar alto para não o assustar (nem respondi ao pai)
Ele entretanto, já estava a subir e eu cada vez mais assustada com um medo terrivel que ele fosse parar lá abaixo... as escadas de pedra, o hall em pedra...
Quando o agarrei... eu nem sei o que senti... um alivio profundo de que ele estava bem... só me vinha à cabeça esse pensamento "ele está bem"
Finalmente gritei ao pai que ele estava ali e que tinha acabado de descer e subir as escadas... fechei a cancela e fiquei com a nota mental de nos dias da I. lá em casa, verificar SEMPRE que a cancela está fechada.
Susto, um grande susto!
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
terça-feira, fevereiro 01, 2011
Ainda da consulta dos 18 meses
- faltam-lhe 4 dentes para ficar com a dentição completa.
(isto aos 18, porque entretanto ele babou-se tanto e andou com umas dorezecas que eu acho que 2 já devem ter saído.
(isto aos 18, porque entretanto ele babou-se tanto e andou com umas dorezecas que eu acho que 2 já devem ter saído.
terça-feira, janeiro 25, 2011
...
com todos os problemas da inundação esqueci-me de registrar a consulta dos 18 meses.
Peso:12.450Kg
Altura: 85cm
Perimetro cefálico: 48.5
Já fala imenso e já começa a contruir frases, como:
- não quer
- cú frio
- não tá cá
- não há
- tá ali
etc...
Já faz xixi a pedido, o que surpreendeu o médico.
O andar está optimo.
Resumidamente: Está optimo!
(e lindo, mas isso já é coisa de mãe...)
Peso:12.450Kg
Altura: 85cm
Perimetro cefálico: 48.5
Já fala imenso e já começa a contruir frases, como:
- não quer
- cú frio
- não tá cá
- não há
- tá ali
etc...
Já faz xixi a pedido, o que surpreendeu o médico.
O andar está optimo.
Resumidamente: Está optimo!
(e lindo, mas isso já é coisa de mãe...)
segunda-feira, janeiro 17, 2011
É desta que vou à bruxa!
Pensei que a saga de problemas com a minha casa tivesse terminado, mas pelos vistos não. Bom...
1º foi o terreno que não estava com as dimensões certas
2º Os erros constantes do topografo
3º A casa caber no sitio, mas os carros não conseguirem entrar na garagem
4º Saber que afinal o vizinho do lado tinha 321 metros quadrados para lá do muro dele e que eram nossos...
5º O embargo da camara (porque o vizinho tinha terreno nosso do lado de lá do muro)
6º Qd ficou ficou finalmente desembargada, o construtor estava com outra obra e nao podia voltar à nossa tão depressa.
7º já de novo em construção, o srº dos estores esquece-se de fechar uma tampa e chove dentro de casa, quando o soalho já está colocado...o soalho levanta.
8º Chega a multa do embargo para pagar (entre 2000 e 20000 mil euros)
9º O anexo inunda, felizmente antes de colocarmos a madeira no chão.
10º O anexo volta a inundar mais umas 2 vezes, depois de termos decidido colocar pedra.
11º Mudamos de casa e na primeira noite descobrimos um tubo roto que passa no nosso quarto e que faz levantar o soalho todo do nosso quarto e inicio do corredor.
12º Começa a chover bem, mas bem no wc de serviço.
13º Pedimos licença de habitação e não nos dão por causa de árvores que não estão plantadas, saibro da rua que tinha sido alterado por pedrinhas minusculas e a estrema ao vizinho do lado que tinha 20 cm de diferença.
14º Esta quinta feira, um tudo de água saí do sitio e começa a deitar água com toda a pressão para dentro de casa durante 8 horas... tendo em conta que a minha casa têm 90% de soalho de madeira, significa que T-O-D-A a madeira levantou, tenho roupeiros a empolar, portas empenadas, electrodomésticos avariados, e tudo o que se possa imaginar...
Neste momento já foi retirada toda a madeira e estão desumuficadores a bombar por toda a casa.... la para o meio do ano devo ter a casa pronta novamente.
Agora a pergunta que se impõe é: Vou à bruxa ou fico à espera que me aconteça nova desgraça?
1º foi o terreno que não estava com as dimensões certas
2º Os erros constantes do topografo
3º A casa caber no sitio, mas os carros não conseguirem entrar na garagem
4º Saber que afinal o vizinho do lado tinha 321 metros quadrados para lá do muro dele e que eram nossos...
5º O embargo da camara (porque o vizinho tinha terreno nosso do lado de lá do muro)
6º Qd ficou ficou finalmente desembargada, o construtor estava com outra obra e nao podia voltar à nossa tão depressa.
7º já de novo em construção, o srº dos estores esquece-se de fechar uma tampa e chove dentro de casa, quando o soalho já está colocado...o soalho levanta.
8º Chega a multa do embargo para pagar (entre 2000 e 20000 mil euros)
9º O anexo inunda, felizmente antes de colocarmos a madeira no chão.
10º O anexo volta a inundar mais umas 2 vezes, depois de termos decidido colocar pedra.
11º Mudamos de casa e na primeira noite descobrimos um tubo roto que passa no nosso quarto e que faz levantar o soalho todo do nosso quarto e inicio do corredor.
12º Começa a chover bem, mas bem no wc de serviço.
13º Pedimos licença de habitação e não nos dão por causa de árvores que não estão plantadas, saibro da rua que tinha sido alterado por pedrinhas minusculas e a estrema ao vizinho do lado que tinha 20 cm de diferença.
14º Esta quinta feira, um tudo de água saí do sitio e começa a deitar água com toda a pressão para dentro de casa durante 8 horas... tendo em conta que a minha casa têm 90% de soalho de madeira, significa que T-O-D-A a madeira levantou, tenho roupeiros a empolar, portas empenadas, electrodomésticos avariados, e tudo o que se possa imaginar...
Neste momento já foi retirada toda a madeira e estão desumuficadores a bombar por toda a casa.... la para o meio do ano devo ter a casa pronta novamente.
Agora a pergunta que se impõe é: Vou à bruxa ou fico à espera que me aconteça nova desgraça?
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quinta-feira, janeiro 13, 2011
quarta-feira, janeiro 12, 2011
E ontem
cortei-lhe o cabelo....
Se fose pela vontade do pai, o cabelo já tinha sido cortado há muito, mas eu tenho vindo a adiar.
O cabelo dele é só caracóis e eu não sei do que tinha medo... Mas ontem, estava ele no banho e o cabelo a chegar-lhe quase a meio das costas (esticado, que depois encaracola e fica no pescoço) e peguei na tesoura e pronto...
[como é encaracolado, quem o vir nem nota!]
Se fose pela vontade do pai, o cabelo já tinha sido cortado há muito, mas eu tenho vindo a adiar.
O cabelo dele é só caracóis e eu não sei do que tinha medo... Mas ontem, estava ele no banho e o cabelo a chegar-lhe quase a meio das costas (esticado, que depois encaracola e fica no pescoço) e peguei na tesoura e pronto...
[como é encaracolado, quem o vir nem nota!]
quarta-feira, janeiro 05, 2011
terça-feira, janeiro 04, 2011
Resolução para 2011
cuidar mais da imagem!
(até hoje tenho conseguido, estamos no dia 4, até quando me irei aguentar???)
(até hoje tenho conseguido, estamos no dia 4, até quando me irei aguentar???)
...
- tangegina
- Não, filho é tangerina
- tan-ge-gi-na
- Não filho, tan-ge-ri-na
- TAN-GE-GI-NA
(pronto, tangegira)
- Carro
- é um jipe filho
- Carro
- Ji-pe
- CARRO
(pronto... carro)
- popete
- Espargute
- PO-PE-TE
(ok ok)
entramos na fase do eu é que sei...
- Não, filho é tangerina
- tan-ge-gi-na
- Não filho, tan-ge-ri-na
- TAN-GE-GI-NA
(pronto, tangegira)
- Carro
- é um jipe filho
- Carro
- Ji-pe
- CARRO
(pronto... carro)
- popete
- Espargute
- PO-PE-TE
(ok ok)
entramos na fase do eu é que sei...
sexta-feira, dezembro 31, 2010
terça-feira, dezembro 28, 2010
Doente
Há um ano que nao estava doente.
Há um ano que não tomava antibitótico (só tomou uma vez)
E Hoje está com uma otite e com tanta tosse que o faz vomitar sempre que come...
fico sempre de coração apertado qd está assim. (Mas pelos vistos estou é mal habituada, pq estas coisas nas crianças são super normais)
Há um ano que não tomava antibitótico (só tomou uma vez)
E Hoje está com uma otite e com tanta tosse que o faz vomitar sempre que come...
fico sempre de coração apertado qd está assim. (Mas pelos vistos estou é mal habituada, pq estas coisas nas crianças são super normais)
Do Natal II
Estiveram cá uns primos do algarve, e eu estava a dizer-lhe os nomes deles:
-Este é o primo Henrique
- An-ri-que (Lindo Lindo)
a prima carolina ele nao conseguiu dizer, e a Beatriz foi a "triz"
-Este é o primo Henrique
- An-ri-que (Lindo Lindo)
a prima carolina ele nao conseguiu dizer, e a Beatriz foi a "triz"
Do Natal
difícil... o 1º Natal sem a presença de alguém que amamos é sempre difícil.
Mas o D. conseguiu alegar-nos a noite com o seu ar de pasmo a ver tantos presentes... tadinho, ainda não percebe. Ele nem sabia para onde se virar com tantos brinquedos (é um exagero). No dia seguinte e até hoje que sempre que pode, corre para o quarto de brincar só quer brincar com os presentes novos... já se senta sozinho na cadeirinha dele à mesinha e brinca, brinca... tem é de estar ao pé dele o papá ou a mamã. Nem o circo do menino antónio (desenho animado preferido) o tira de lá.
Mas o D. conseguiu alegar-nos a noite com o seu ar de pasmo a ver tantos presentes... tadinho, ainda não percebe. Ele nem sabia para onde se virar com tantos brinquedos (é um exagero). No dia seguinte e até hoje que sempre que pode, corre para o quarto de brincar só quer brincar com os presentes novos... já se senta sozinho na cadeirinha dele à mesinha e brinca, brinca... tem é de estar ao pé dele o papá ou a mamã. Nem o circo do menino antónio (desenho animado preferido) o tira de lá.
terça-feira, dezembro 21, 2010
Do filho (III)
O meu pai eu e o D.
diz o meu pai:
- D. diz à mamã como se chama o gato do avô.
- "san - são" (sansão)
- E agora diz à mãe, como chamamos o sebastião
- "Aten - ção, Aten - ção" (atenção atenção vai cantar o sebastião)
- E diz à mamã, o que o Avô V. diz (o avô V. é o meu avô)
- "Tão- tão"
Tão lindo pá, que até me babo.
diz o meu pai:
- D. diz à mamã como se chama o gato do avô.
- "san - são" (sansão)
- E agora diz à mãe, como chamamos o sebastião
- "Aten - ção, Aten - ção" (atenção atenção vai cantar o sebastião)
- E diz à mamã, o que o Avô V. diz (o avô V. é o meu avô)
- "Tão- tão"
Tão lindo pá, que até me babo.
terça-feira, dezembro 14, 2010
Do filho (II)
Chego a casa da minha sogra, diz ela:
- "D. diz lá à mamã o que aprendeste a dizer.."
Diz o meu filho:
- "xiça"
- "D. diz lá à mamã o que aprendeste a dizer.."
Diz o meu filho:
- "xiça"
Do filho
ao colo do avô paterno.
Olha fixamente para a orelha dele e aproxima-se dela e recua e aproxima-se...
(o meu sogro usa aparelho nos ouvidos, portanto pensei que estivesse a observa-lo)
E num instante, tira a chucha da boca, aproxima-se novamente da cara do avô e dá-lhe um beijo.
Quase que me babei de tanta ternura...
[o meu sogro, esse sim, babou-se todo]
Olha fixamente para a orelha dele e aproxima-se dela e recua e aproxima-se...
(o meu sogro usa aparelho nos ouvidos, portanto pensei que estivesse a observa-lo)
E num instante, tira a chucha da boca, aproxima-se novamente da cara do avô e dá-lhe um beijo.
Quase que me babei de tanta ternura...
[o meu sogro, esse sim, babou-se todo]
segunda-feira, dezembro 13, 2010
sábado de manhã rumo com as cadelas para o veterinário para vacinas e Chip. Finalmente o Chip! Agora se por acaso se perdessem, era só ver e chip e pronto, elas seriam-nos entregues.
Em casa, estava o srº que nos vendeu a lareira a resolver um pequeno problema que nos apareceu. Problema resolvido, abrimos o portão da rua e o srº vai embora. Ficamos na garagem com as cadelas a brincar e fomos só fechar as janelas para ir buscar o D. que estava com os avós paternos.
Chegados à garagem, olho para a rua e lá ao fundo vejo o portão da rua A-B-E-R-T-O.
Começo a chamar pelas cadelas e nada... elas que nunca saem dali, nem sequer respondiam... P-A-N-I-C-O!
Corro para o portão, estrada nacional com uma boa recta para acelarar e só procuro a berma da estrada a ver se encontro algum cão caído, atropelado. Mas nada... nem cão, nem cadelas, nem cachoras, nada!
Logo no dia do Chip que ainda por cima como era sabado, só na 2ªfeira é que os papeis seguiam pelo CORREIO e só lá para 4ª é que chegariam ao destino e só aí é que os dados seriam introduzidos no sistema. Portanto, se alguém as encontrasse e fosse ver se tinham chip, tinham chip sim-senhor, mas não estava associado a ninguem.
Metemo-nos no carro e corremos aldeias, casais, casalinhos, terrenos... Gritei tanto pelo nome delas e nada! Perguntavamos a quem se cruzava no nosso caminho, a maior parte conhecia-as (qd passo por lá faço-lhes sempre uma festinha, elas são tão meigas... gosto muito delas), mas ninguém as tinha visto... Eu tinha medo dos atropelamentos... e dos raptos dos animais para o treino de cães de luta.... o H. dizia q a Flora tinho voltado para a casa que a abandonou ou de onde ela fugiu... e nós os dois a conter-nos para não chorar...
Passadas 2 horas e sem lhes ver o rasto, desistimos e fomos buscar o D. que estava à nossa espera há muito.
O portão ficou aberto, caso elas voltassem e avisei o meu pai, para se pudesse ir lá só espreitar...
Fizemos a viagem até casa dos meus sogros, calados, cada um com o seu pensamento... eu só as via atropeladas... e mesmo a chegar, o meu telefone toca, era o meu pai e eu fiquei cheia de medo de más notícias...
- Tou
- M., é só para dizer que as "meninas" já chegaram a casa
A-L-I-V-I-O!
- A mais pequena ainda levou um "beijinho" de um carro mas está bem.
E pronto! Voltamos a respirar naquele carro!
E eu que enquanto as procurava só pensava no quanto ia ralhar com elas por terem fugido, quando as vi, só me apetecia abraça-las e tudo e tudo. (No fundo a culpa foi nossa, que deixamos o portão aberto)
Foi um grande susto.
Em casa, estava o srº que nos vendeu a lareira a resolver um pequeno problema que nos apareceu. Problema resolvido, abrimos o portão da rua e o srº vai embora. Ficamos na garagem com as cadelas a brincar e fomos só fechar as janelas para ir buscar o D. que estava com os avós paternos.
Chegados à garagem, olho para a rua e lá ao fundo vejo o portão da rua A-B-E-R-T-O.
Começo a chamar pelas cadelas e nada... elas que nunca saem dali, nem sequer respondiam... P-A-N-I-C-O!
Corro para o portão, estrada nacional com uma boa recta para acelarar e só procuro a berma da estrada a ver se encontro algum cão caído, atropelado. Mas nada... nem cão, nem cadelas, nem cachoras, nada!
Logo no dia do Chip que ainda por cima como era sabado, só na 2ªfeira é que os papeis seguiam pelo CORREIO e só lá para 4ª é que chegariam ao destino e só aí é que os dados seriam introduzidos no sistema. Portanto, se alguém as encontrasse e fosse ver se tinham chip, tinham chip sim-senhor, mas não estava associado a ninguem.
Metemo-nos no carro e corremos aldeias, casais, casalinhos, terrenos... Gritei tanto pelo nome delas e nada! Perguntavamos a quem se cruzava no nosso caminho, a maior parte conhecia-as (qd passo por lá faço-lhes sempre uma festinha, elas são tão meigas... gosto muito delas), mas ninguém as tinha visto... Eu tinha medo dos atropelamentos... e dos raptos dos animais para o treino de cães de luta.... o H. dizia q a Flora tinho voltado para a casa que a abandonou ou de onde ela fugiu... e nós os dois a conter-nos para não chorar...
Passadas 2 horas e sem lhes ver o rasto, desistimos e fomos buscar o D. que estava à nossa espera há muito.
O portão ficou aberto, caso elas voltassem e avisei o meu pai, para se pudesse ir lá só espreitar...
Fizemos a viagem até casa dos meus sogros, calados, cada um com o seu pensamento... eu só as via atropeladas... e mesmo a chegar, o meu telefone toca, era o meu pai e eu fiquei cheia de medo de más notícias...
- Tou
- M., é só para dizer que as "meninas" já chegaram a casa
A-L-I-V-I-O!
- A mais pequena ainda levou um "beijinho" de um carro mas está bem.
E pronto! Voltamos a respirar naquele carro!
E eu que enquanto as procurava só pensava no quanto ia ralhar com elas por terem fugido, quando as vi, só me apetecia abraça-las e tudo e tudo. (No fundo a culpa foi nossa, que deixamos o portão aberto)
Foi um grande susto.
terça-feira, dezembro 07, 2010
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