sábado, novembro 10, 2012

E

mais um dente já cá canta

Há dias

falava com uma amiga, sobre outra amiga que não tem filhos por opção. Tive pena, por ela, por nunca ir sentir o que uma mãe sente, aquele amor incondicional e na maior parte das vezes irracional. Entretanto, li num blog tudo o que não consegui por em papel:

 "Se não fossem eles Se não fossem eles, eu dormiria até tarde aos sábados e aos domingos. Nunca fui de dormir até tarde mas agora que não posso tenho vontade de o fazer. Ficaria na penumbra de olhos semi-cerrados, a espreguiçar-me só por vício, até que a fome me chamasse. Se não fossem eles, a minha casa estaria sempre razoavelmente arrumada. Não haveria dinossauros na banheira, nem colónias de bolacha maria entre as almofadas do sofá, nem recortes de revistas com restos cola seca agarrados ao vidro da mesa, nem torrões de terra generosamente distribuídos no hall de entrada. A minha casa de banho nunca seria uma estufa onde morrem, diariamente, flores guardadas em caixas de rolos fotográficos. Não haveria autocolantes de gormitis colados no chão do corredor, dedadas cinzentas nas paredes, ramos de árvore enfeitando as estantes. Se não fossem eles, haveria mais idas ao cinema. Ou talvez não, porque o valor dos bilhetes nem sempre compensa. Mas haveria, decididamente, mais idas ao teatro, muitas mais idas ao teatro. E depois das idas ao teatro, haveria paragens em bares simpáticos para beber uma cerveja e trincar uns tremoços. Se não fossem eles, o meu salário não se sumiria, num sopro, em despesas de educação. Se não fossem eles, não haveria um monte insultuoso de livros encorpados deixados a meio na última prateleira da estante. "Viver para contá-la" não teria o marcador no primeiro capítulo há mais de seis anos. E a biografia de Gandhi não estaria a fossilizar no topo das prioridades. Se não fossem eles, a minha gaveta não estaria cheia de impressões rascunhadas de dezenas de contos que continuam órfãos de um desenlace e de um propósito. Se não fossem eles eu não teria que repensar sistematicamente os princípios elementares da vida, da morte, da fé, da justiça ou da sexualidade para responder a perguntas difíceis. Não haveria perguntas difíceis. Poderia dedicar-me apenas às perguntas que todos os dias coloco a mim mesma, que jamais terão resposta mas que nem por isso deixam quem quer que seja frustrado. Se não fossem eles, eu não me cansaria a dar toques na bola e a fazer remates em balizas improvisadas. Saltar à corda seria apenas uma memória doce da minha própria infância. Equilibrar-me em cima de um skate seria uma remota e humorística suposição. Não sairia de casa, todas as manhãs, carregando mais volumes do que aquele que eu própria tenho. Poderia estender-me no sofá no final de cada tarde. Os meus cd não correriam na aparelhagem juntamente com uma sinfonia de pedidos, queixinhas e beicinhos. Se não fossem eles, viajar seria como dantes. Entrar no carro e não saber o destino. Escolher as estradas secundárias. Descalçar-me e pôr os pés no tabliê. Abrir os vidros todos. Aumentar o volume da música. Desconhecer se há centros de saúde nas proximidades de cada paragem e quais são as farmácias de serviço, para o caso de alguma eventualidade. Se não fossem eles, eu não investiria tanto dos meus neurónios a contestar as políticas de ensino e o estado da educação. Talvez isso me fosse indiferente. Os erros ortográficos no Magalhães provocar-me-iam espanto, mas, se não fossem eles, não justificariam uma cruzada contra o sistema e contra a minha própria consciência. Se não fossem eles eu não teria tanto medo. Medo de morrer e medo que me morressem. Porque, se não fossem eles, o futuro era o que fosse, o que tivesse de ser. Se não fossem eles, eu não engoliria tantos sapos. Nem viveria preocupada. Portanto, se não fossem eles, eu seria livre. Livre, como argumentam as pessoas que não querem ter filhos. Livre para fazer, para dizer, para mudar, para andar para trás e para os lados, sair ou entrar. Livre para me alhear, para me ausentar. Mas é curiosa esta sensação de que, se não fossem eles, a minha vida seria coxa. A minha liberdade nunca seria suficiente. Faltar-me-iam esses pedaços de mim que vão todos os dias para a escola, dentro da mochila, nas roupas que vestem, nas palavras que dizem ou que ainda não sabem soletrar, no brio da caligrafia insegura, no beicinho por um mimo extra. Faltar-me-iam os pedaços de mundo que trazem com eles ao fim do dia: o cheiro da terra, do vento e da brincadeira de ar livre, o aroma a bombom que derreteu e secou entre os dedos. E eu não fecharia os olhos com o nariz enterrado entre as palmas das mãos deles nem veria poesia onde os outros não veem coisa alguma. Faltar-me-ia a quem ensinar que a liberdade é uma coisa semeada cá dentro e que não se encontra nas salas de espetáculo nem na cerveja com tremoços. Que a preguiça não oferece, que o salário não compra. Faltar-me-ia o regresso à minha própria infância, à verdade elementar, a esta forma apaixonada de simplesmente ser e estar. Se não fossem eles, a minha vida seria como diz Álvaro de Campos: como a parte da praia onde o mar não chega. Se não fossem eles, eu nem sequer saberia que o mar existe."

daqui

sábado, outubro 27, 2012

O

P. já têm um dente.

quarta-feira, outubro 24, 2012

O biberão

Com o final da minha licença, tivemos de apresentar o biberão ao P. Desta forma eu tiro leite durante o dia no trabalho e o pai em casa tentar dar-lhe no biberão... simples não? Qual simples, qual quê?!?!? O P. pura e simplesmente ignorava o biberão e chorava. Numa das vezes o pai deu-lhe o leite que estava no biberão à colher, sim à c-o-l-h-e-r!!! Comprei um biberão da chicco que supostamente imita o peito da mãe (step up), mas ele não lhe pegava nem por nada. Tentamos com o biberão da água, o Drº Brown's, e ele mandava fora. Depois de muito pesquisar, uma coisa era unânime, os biberões da Nuk costumavam resultar. (O D. sempre usou biberões da Nuk). Comprei-lhe 2 da nuk e ele lá bebeu, com alguma persistência, mas bebeu. E no dia seguinte bebeu mais um bocadinho e por aí adiante até que hoje, reconhece perfeitamente o biberão, dá gritinhos quando o vê e percebe que vai comer (já disse que o meu filho adora comer?) e bebe tudo quanto o biberão tiver.

Não percebo

Juro que não percebo quando me dizem que é muito mais prático dar biberão que dar de mamar. [esterilizar biberões, aquecer o leite, está muito quente, está muito frio, etc, etc ao invés de meter o peito na boca do bebé...]

[Post muito atrasado] Da escola

A primeira semana do D. na escola foi difícil. Muito difícil. Secalhar mais difícil para nós que para ele, que segundo a professora e auxiliar, assim que deixava de nos ver parava de chorar. Na segunda semana, o papá teve de ir trabalhar e eu fiquei sozinha com os dois. Meu Deus, o que eu temi aquela semana, mas ao contrário do que eu estava à espera aquela semana correu bastante bem. No primeiro dia, só chorou mesmo à porta e foi só uma lágrima que lhe corria cara abaixo. Nesse mesmo dia à noite, antes de dormir, disse-lhe que havia um srº "polícia da escola" que estava escondido à porta da escola a ver quem chorava, e ele ia a casa dos que choravam buscar os brinquedos e levava-os para a casa dos meninos que não choravam. No dia seguinte, fomos os 3, eu e ele de mão dada e o P. no ovo. Ele deu a mão à professora, deu-me um beijinho e disse "até logo mamã, até logo mano" virou-se e não olhou mais para trás. E o meu peito ficou inchado de orgulho, finalmente ele "encarrilou" com a escola, cresceu. Está crescido o meu filho.

voltei ao trabalho

e custou tanto deixa-los em casa............

quinta-feira, setembro 20, 2012

consulta dos 4 meses

7,460 kg (percentil 75) e 67 cm (percentil 90). Só com maminha. Temos um grande "homem".

Da escola

No primeiro dia, ia todo contente para a escola. Foi o primeiro a entrar na sala e a explorar o ambiente. Não viu o pai ir-se embora. Quando chegamos para o ir buscar, a professora disse-nos que quando ele percebeu que o pai não estava chorou muito. Mas quando chegamos estava a brincar e nem sinal de choro. No segundo dia, no caminho para a escola, disse ao pai: - papá H. eu hoje não vou chorar. E não chorou. O pai deixou-o lá e ele estava "triste" mas nada de choro. Nos dias seguintes, o berreiro começa em casa. Não quer ir para a escola, e chora e não quer entrar no carro e é uma batalha senta-lo na cadeira. Chega à escola e chora desalmadamente, mas segundo a auxiliar, assim que nos deixa de ver pára de chorar e porta-se lindamente o dia todo. Come tudo sozinho, demora mais um bocadinho que os outros mas também é dos mais pequenos da turma. Agora, aguardo ansiosamente que a fase do choro passe e ele esteja desejoso de ir para a escola. Vamos ver.

sábado, setembro 08, 2012

O meu aniversário quase a chegar


[Imagens daqui:
Dara,   Jordijoia,    alibaba

 Com o nome dos meus filhos!!!!
[o meu nº para aneis é o 8]

sexta-feira, setembro 07, 2012

Do regresso a casa

O P. passou a dormir no quarto dele. [queríamos mete-lo a dormir no quarto dele no dia que fez três meses, como o irmão, mas como estávamos fora em férias, não o podemos fazer]

quinta-feira, setembro 06, 2012

ainda das férias

O P. dobrou a gargalhada.

segunda-feira, setembro 03, 2012

Durante as férias

O D. finalmente começou a interagir com o irmão. Ainda existem muitos ciúmes, mas lá vai começando a "brincar" com ele. Deu-lhe pela primeira vez um beijo quando o P. fez três meses. E começou por um, depois deu outro e por ultimo, agarrou-se a ele aos beijos e não parava. Faz-lhe cócegas nos pés, mostra-lhe brinquedos, quer empurrar o carrinho, tenha fazê-lo rir e já tentou pegar-lhe ao colo. Acho que aos poucos a "coisa" vai indo. Na Praia, o D. tem medo da água [e ainda bem], só entra com um adulto e sempre muito bem agarrado a nós. Água pelos tornozelos chega perfeitamente [LOL], só com a maré muito baixa e numa "piscina" é que lá se vai deitando e tomando banho completo. Adora touradas [não sei como, eu detesto], e passou as férias a vê-las na tv, e foi mesmo a uma ao vivo com o pai e o avô. Passou o tempo todo a pedir-nos para tocar a corneta para o boi poder sair para a arena lá de casa. Fez montes de pegas ao Boi, tal e qual como via na TV. Entrou na escola e este mês já vai para lá. Diz sempre que não quer ir para a escola. Passamos as férias todas a tentar "embelezar" a escola a ver se o rapaz ganha vontade. Tem medo de andar de carrossel e em "bonecos que metemos a moeda". Com companhia passou a gostar de andar de carrossel e por último já andava sozinho. Andou pela 1ª vez num insuflável e não quer outra coisa, sempre que vê um, corre a tirar os sapatos para poder entrar. O P. está crescido. Começou a rir à gargalhada. Esta cada vez mais manhoso. Conhece as pessoas com quem convive. Faz sempre um sorriso de charme a quem se mete com ele. Sossegado, calminho, dormia a manha toda com a mamã na caminha enquanto o mano ia para a praia. Estão crescidos os meus meninos e lindos de morrer.

De volta

voltar a casa depois de um mês inteirinho na casa da praia....voltar é bom, mas estava-se lá tão bem.....

terça-feira, julho 17, 2012

2 meses

5.800Kg (em duas semanas engordou 1Kg, já estamos no percentil 75) e 59 cm de gente.
Tomou as vacinas dos 2 meses e ficou com os braços e barriga cheios de borbulhas. A mãe ficou em pânico, mas disfarçou muito bem. As efermeiras tb ficaram um bocado aflitas. Vieram mais enfermeiros (e a mãe em pânico, mas a disfarçar muito bem) e veio a médica  (e a mãe em pânico, mas a disfarçar muito bem). E ficamos em observação 1 h, e lá veio a médica novamente  (e a mãe em pânico, mas a disfarçar muito bem) e mais uma hora de observação e lá veio a médica outra vez  (e a mãe em pânico, mas a disfarçar muito bem).
Aparentemente está tudo bem, mas é para vigiar, qualquer alteração é ir para o hospital.  e a mãe ainda em pânico, mas já mais calma.

sábado, julho 14, 2012

quarta-feira, julho 11, 2012

sexta-feira, junho 22, 2012

o parto

quinta-feira dia 10, foi dia de consulta e ctg.
Colo do útero optimo, permiável a 3 dedos. 
-Assim que sentir as contrações vá logo para o hospital que isto vai ser rápido. Diz-nos o médico.
Ainda passei no escritório, esperei pelo marido para virmos juntos para casa, fui buscar o filho a casa dos meus pais e fiz o jantar.
Foi precisamente quando estava a fazer o jantar que as contrações começaram. Mas como tinha sido um dia bastante cansativo, pensei que fosse cansaço e que se me deitasse no sofá elas passariam.
Dei o jantar ao filhote, jantei como se não houvesse amanha. Estava com um apetite feroz nessa noite e ainda por cima o jantar era um dos meu pratos favoritos, Açorda.
Depois do jantar deitei-me do sofá a ver se as contrações acalmavam.
O Marido foi deitar o filhote e adormeceu na cama com ele.
Eu fui controlando o tempo entre contrações que teimavam em não acalmar e à meia noite achei que não podia esperar mais,  tinha chegado a "Hora". 
Fui acordar o marido.
- Temos de ir para a maternidade
- AGORA? Não me apetecia nada...~
(pois eu tb perferia ir dormir, mas não vai dar)
Telefonei à minha mãe para ela ficar em minha casa com o filhote que dormia profundamente e lá fomos.
A viagem de carro fez-se a 50 Km hora.... tão devagar que iamos, (já do outro filho foi igual). Ele ia controlando o tempo das minhas contrações e nos intervalos iamos conversando.
Cheguei à MAC e inscrevi-me. Perguntaram-me se os dados ainda se mantinham todos. Verifiquei que a morada ainda era a antiga, e resolvi mudar de morada naquela hora... (é que nem tinha contrações nem nada...LOL). Recebi um cartão novo e sentei-me à espera que me chamassem.
Eram 1h01m da manha, já de dia 11, quando ouvi o meu nome ser chamado para a triagem. Lá fui, pelo meu pé, observaram-me, chamaram o marido e mandaram-me despir e vestir a famosa bata.
Nessa noite nasceram 30 bebés na maternidade... pelo que quando cheguei ao meu quarto estavam a acabar de o limpar.
Deitei-me na cama e ligaram-me às "máquinas" e lá fiquei sozinha. Minutos mais tarde, chegou  uma enfermeira que me pergunta se quero epidural. Digo que sim. Ela coloca-me a soro e vai ver o meu processo. Entretanto a porta do meu quarto tinha ficado aberta, e começou a ouvir uma futura mãe aflita aos gritos...eu não suporto ouvir as pessoas a gritar, aflige.me. Diz a enfermeira: 
-Tenho de ir fazer aquele parto que o bebé vai nascer
- Olhe então vá lá que eu aguento aqui sozinha. (digo logo eu)
- Pois estou a ver que você aguenta muito bem. Deixe.me só observa-la para ver se ainda pode levar a epidural.
E naquele instante, veio uma contração.
- Deixe só passar esta contração... 
Mas a contração nao passava e a enfermeira queria observar-me na mesma... e quando me consegue observar, diz:
- Ai querida, que ele vai nascer já.
Senti uma arrastadeira debaixo de mim e as águas rebentaram naquele momento e eu a sentir aquela enorme vontade de fazer força  e a enfermeira e dizer
-NÃO FAZ FORÇA. OLHE QUE ELE NASCE DENTRO DA ARRASTADEIRA
Ia dizendo isto enquanto se preparava à pressa para me fazer o parto... não havia nada preparado para o parto.
Ela gritou por ajuda e uma auxiliar entrou, eu entre uma e outra respiração para não fazer força consigo dizer que o meu marido não está ali. Alguém corre a chama-lo. Quando dou por isso já ele estava a meu lado e já  outra enfermeira tinha vindo em auxilio da que estava comigo e conseguiu colocar-lhe as luvas estrelizadas. Finalmente dizem que posso fazer força.
Faço força e sai a cabeça e nova força e sai o resto.
O meu filho é colocado em cima de mim, e o pai corta o cordão.
Ouço uma das enfermeiras, alguém viu as horas? responde outra, olha pode ser 1h45m.
Depois do parto é que prepararam tudo o que devia ser preparado antes do parto. 
Tive direito a 3 pontinhos (que até hoje não dei por eles).
Em tom de brincadeira lá digo à enfermeira "Mais uma vez sem epidural", diz-me ela "se quiser podemos dar-lhe uma agora, quer"
Mais risota.
Finalmente o pai sai com o bebé para pesar.
Entra novamente a enfermeira no quarto e diz, 3,410. E eu nem reajo.
"está a ouvir mamã? 3, 410 Kg"
"O meu filho? não pode ser, deve ser outro bebé"
"é o seu, estou a dizer-lhe...."
"não pode ser " (o irmão nasceu com 2,690 Kg e eu estava à espera de algo parecido)
"se quiser eu tiro-lhe aqui um quilinho, quer?"

Finalmente veio pai e filho ter comigo novamente. O rapaz agarrou-me a mama e começou a mamar cheio de força. Tão diferente do irmão.... Mas fisicamente tão igual.... tão lindo.

E ali fiquei e babar-me com a nova "cria" linda de morrer. (e a pensar que secalhar eu fui feita para parir... 44 minutos? sem epidural novamente? e com 3 pontinhos?... do primeiro filho 2 horas, nada de epidural e nada de pontos.....secalhar fui mesmo feita para isto)


Agora vou ali babar-me com o mais novo que está na hora da mamada.

quarta-feira, junho 13, 2012

3 anos de D.

Está crescido, cada vez mais bonito, e bem educado. Calminho por natureza, lá vai fazendo uma ou outra birra. Não liga ao irmão, mas não o deixa ninguém levar.
Adora chocolate.
Cresceu 4 cm em 6 meses e pesa 16.200 Kg, felizmente baixou de percentil e agora está no 75.
Falador e dorminhoco por natureza.

Segundo o pediatra está optimo.
Segundo a mãe está lindo, crescido e feliz.

[como é que passaram 3 anos tão depressa????]

Um mês de P.

Perdeu muito peso depois de nascer (é muito dorminhoco), mas quando decidiu recuperar, recuperou bem. Alimentado em exclusivo a leite materno, na 2ª semana de vida engordou 300g, na 3ª engordou 500g e na 4ª 210g. Já pesa 4.150 Kg. Cresceu 4 cm desde que nasceu. Mede agora 55 cm.
É um dorminhoco por natureza, tenho de meter despertador para acordar para mamar. Calminho.
Segundo o pediatra está optimo.

Segundo a mãe, é lindo!