Mostrar mensagens com a etiqueta coisas que me irritam muito. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta coisas que me irritam muito. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, janeiro 14, 2009

E

aconteceu novamente.
Não sei se era o mesmo rapaz, mas o facto é que saiu na mesma estação, tinha a mesma cara de parvo e a musica continuava a ser boa... mesmo muito boa. blharc!

terça-feira, novembro 25, 2008

Irrita-me

ir de transportes públicos a ouvir o ruido que vem dos phones de pessoas que vão sentadas a "3 quarteirões" de mim. Então não é, que temos que gramar com aquele barulho durante sabe-se lá quanto tempo.
Se esta moda já me irritava, agora temos outra, que pelos vistos, veio para ficar. A moda de pôr o telemóvel a servir de rádio a pilhas. E assim todas as pessoas num raio de "10 quarteiões" ouvem aquilo!
No outro dia, numa carruagem de metro a abarrotar (típico de hora de ponta), vem um rapaz, sentadinho, com o seu telemóvel no colo com uma música linda de morrer, tão boa, que muitas vezes tive de fechar os olhos e tentar contar até 10 para não lhe dizer nada. Eu e as outras pessoas à volta, porque estava tudo pasmo com aquela falta de respeito pelo espaço das outras pessoas! (Agora sou obrigada a ouvir o que os outros me impoem, porquê?, onde acaba a minha liberdade e começa a dos outros? )
Mal por mal, prefiro os phones!

As imitações à risca de Cristiano Ronaldo, também já são o pão-nosso-de-cada-dia nas carruagem e estações do metro! Hoje vi uma, o rapaz com uma figura idêntica, trazia um casaco de malha com decote em V e sem nada por baixo para podermos ver os músculos do peito! Ridículo! Mas tão ridículo que as pessoas olhavam e riam....

quarta-feira, julho 02, 2008

Acordo Ortográfico

Depois deste acontecimento, o meu mais-que-tudo liga para a camara municipal,
onde o projecto da nossa casa está a ser avaliado.
Pergunta como está o estado das coisas e respondem-lhe:
"ah, conheco bem o projecto, diga-me só uma coisa, pois tenho algumas dúvidas"
"sim"
"Que tipo de casa é?"
"Desculpe?"
"sim, é uma casa, certo?"
"sim, é uma vivenda unifamilar"
"E diga-me, onde é que entram as especiarias?"

Apesar de proíbida de fazer o que quer que seja relacionado com a minha casa,
a minha mãe ignora, as proíbições e os pedidos. E digo mais, qualquer dia, ainda consultamos
um dicionário e como sinónimo de especialidades podemos ver especiarias.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Estava

a estacionar o carro em casa dos meus pais, quando aquela senhora vem ter comigo.
Vinha a rir, e sem me dar tempo para sair do carro diz:
- Ó M. Hoje lembei-me de ti.
- Ai sim...
- Tu casaste há quantos anos?
- (eu sem perceber muito bem onde a conversa ia dar, respondo, a medo) 4 anos
- (A rir muito pergunta) E ainda não tens filhos?
- (deve ter andando a fumar alguma coisa...) não, ainda não
- (o riso continua) Olha que eu já tenho um netinho com 2 anos, estás à espera de quê?
- (sinceramente, apeteceu-me dizer umas quantas verdades acerca do filho e da nora e perguntar-lhe o que tem a ver com a minha vida, mas calei-me e respondi) qualquer dia penso nisso.

Estou a começar a fartar-me de todas [e quaisquer] pessoas interrogarem-me sobre o que só a mim e ao meu marido me diz respeito... fartinha... fartinha. A proxima vai levar uma resposta torta, vai vai....

quinta-feira, junho 21, 2007

Num

jantar de amigos, os machos juntam-se à mesa, depois do jantar, para jogar ás cartas.
As femeas terminam de arrumar a cozinha e juntam-se à conversa à qual nunca falta tema.
Devido à nova fase da maternidade, um dos casais teve de nos abandonar mais cedo. Sendo assim, os machos ficaram sem quórum para continuar o jogo. Sem perceber muito bem como, eu vi-me sentada no lugar que o macho pai deixou livre.
O jogo começou e logo na 1ª jogada, cortei um ás da equipa adversária. Os dois membros dessa equipa perguntam:
- Não tens copas?
- Não. (respondo)
- De certeza?
- Sim de certeza...
- OK. Então agora se usares uma copa, nós damos por isso...
Não respondi... ora eu sei que não sou macho, e que o macho é que sabe jogar às cartas, mas ainda sei distingir um coração de um losangulo.

O jogo continuou, os dois primeiros jogos a minha equipa perdeu, mas deu luta. No 3º Jogo, eu só tinha cartas de 2 naípes diferentes. E tive sorte, porque um deles era o da mesa. A equipa adversária, fez apenas uma rodada, o resto foi feito por mim e pelo meu parceiro.
Na equipa adversária, tinha o meu marido e um dos meus melhores amigos, o M.
O M. é uma excelente pessoa, mas um mau perdedor, especialmente se do outro lado da equipa estiverem mulheres.
(lembro-me de um dia estamos a jogar trivial, ele e o meu marido contra mim e a mulher dele, já estavamos na jogada final, onde só tinhamos de responder a uma pergunta escolhida por eles. E respondemos correctamente a ele disse que estava errado e tivemos de continuar a jogar... E como acabamos por ganhar, no dia seguinte, não conformado, teve de voltar para a desforra)
Mas, voltando ao jogo... O M. joga com sinais, conta das cartas e sabe o que já saiu e o que está para sair.
Neste jogo, eu jogava e apanhava as cartas, jogava e apanhava as cartas..., o meu parceiro só se ria e dizia "bendita hora que o parceiro se tinha ido embora" e que era a contratação do momento, a equipa adversária, olhava incrédula para o jogo que ia saído...
O M. já dizia asneiras e batia com as cartas fervorosamente na mesa.
No fim, 4pontos para eles 116 para Nós.
O M. não conformado começa a analizar o jogo e olha e olha e olha para as cartas e diz:
"Tu fizeste renuncia...!"
(ele conta as cartas, sabe o que já saiu e o que está para sair. Eu só tenho dois naípes. Como é que eu, que só joguei 2 tipos de cartas(5 espadas e 5 copas), faço uma renuncia e ninguém dá por isso em todo o jogo???... )
No fim, houve discussão amigavel, mas acessa. Eu nem queria acreditar na acusação. Aliás, só ele acreditou no que estava a dizer, os outros riam-se.
Fiquei a pensar no assunto... Não gosto de falsas acusações, e ontem meio a dormir meio acordada, descobri como é que a jogada aconteceu.
Ó M., o meu parceiro puxou OUROS, tu, como jogas com sinais e sabias que o teu parceiro tinha o Ás de ouros, jogaste a manilha de COPAS, eu que não tinha ouros (e visto a jogada ser puxada a ouros) joguei ESPADAS que era a mesa, o teu parceiro, visto eu ter cortado, em vez de jogar o ás, jogou outra carta sem valor de OUROS.
Percebeste agora que eu não fiz renuncia?

Aí o mau perder...

sexta-feira, junho 15, 2007

Primeiro

foi o problema da casa não ter janelas, depois veio o grande problema da casa não ter telhado, agora...
No fim de semana, estive com o meu tio e com a minha avó. Conversa puxa conversa...
-Então e a tua casa?
- Olha, estamos à espera das medições do medidor orçamentista, para termos o valor real da casa. Só para sabermos onde estamos a gastar mais dinheiro a ver se conseguimos reduzir.

Ontem à noite liga-me a minha mãe:
- Ó M. a avó e o tio estiveram cá e disseram que vais reduzir o tamanho da casa, os quartos, vais reduzir o tamanho dos quartos?

[portanto, passei-me, sim senhor e por agora qualquer pergunta que me façam sobre a casa, eu não respondo, pois ainda corro o risco de alguém me interpretar mal e qualquer dia tenho a minha mãe a ligar.me a dizer: Ó M. ouvi dizer que a tua casa não tem wc, ou coisa do género]

terça-feira, junho 05, 2007

Depois

do problema das janelas, agora o grande problema é a casa não ter telhado.
(leia-se telhado = casa coberta com telhas)


















Olha tio, no algarve vi muitas destas, já com aspecto de não serem novas e não me parece que seja um "grande problema".

segunda-feira, abril 16, 2007

era noite e iamos a caminho de casa, cansados.
Numa estrada, encontramos uma carro que ia devagarinho e de vez em quando travava muito. Depois de algum tempo atrás dele, encontramos uma recta, grande onde o podiamos ultrapassar.
Começamos a ultrapassar, ficamos lado a lado com o outro carro. Mas nada mais que isso. O outro carro decidiu ir exactamente à mesma velocidade que nós. Olho para dentro do carro, duas miudas, a rir.
Eu não estava a achar piada nenhuma. E de repente, na recta, que já ia a meio, surge um carro em sentido contrario. E as miúdas lá continuaram naquilo, a acharem imensa piada.
Tivemos de travar [quase] a fundo, para nos conseguirmos colocar novamente atrás delas, e não chocar com um carro de frente.
Tive vontade de lhes partir a cara, eu que nem sou violenta.
Agora pergunto, que tipo de formação têm estas miúdas? Quem as ensinou a conduzir, não ensinou as regras de ultrapassagem? Onde é que estas miúdas tiraram a carta?

quinta-feira, abril 05, 2007

fila
do Lat. fila, pl. de filu, fio
s. f., fileira;
série de coisas, animais ou pessoas dispostas em linha recta, enfiada;
acto de filar;


[recadinho para as senhoras que encontro diáriamente na padaria e na paragem do autocarro.]